27 de julho de 2010

Dom de ser como criança: Passaporte para o céu.


Trabalho em um setor publico onde tem um movimento constante de pessoas de diversas faixas de idade.
 
Hoje veio uma senhora com duas meninas. Enquanto a senhora estava sendo atendida por uma colega de trabalho eu só observava as crianças. Uma delas deu a volta e ficou na parte de dentro de um balcão que tem como se fosse uma atendente a outra irmã chegou do lado de fora e as duas começaram a brincar. Muito lindo ver alegria das duas meninas brincando.
crianca_brincando.jpg
 
Criança não precisa de muita coisa pra ser feliz, é lindo ver a criatividade, a simplicidade. Criança consegue ser feliz com pouca coisa.
 
 
 
"Devo me alegrar não porque não tenho problemas mas porque eu tenho Deus."
 
Eu lembro que quando criança eu gostava de brincar com prendedor de roupa que agente põe no varal. Nossa eu fazia avião, barco, robô, eu usava prendedor até para brincar de policia e ladrão, eu fazia cada arma que nem o exercito americano conseguia fazer, só com prendedores de madeira.
 
A palavra em Filipenses 4 vai dizer: "Aleigrai vos no Senhor.Repito Aleigrai-vos."
Nós somos feitos para a felicidade. Mesmo vivendo uma crise, dificuldade, nós devemos nos alegrar.Humanamente não podemos fazer nada pra mudar certas coisas na nossa vida ,na nossa familia. Mas o Deus que  servimos, esse sim é capaz de mudar tudo de transformar agua em vinho, coração de pedra em coração de carne, de realizar milagres. Devo me alegrar não porque não tenho problemas mas porque eu tenho Deus.
 
Por isso que Jesus fala que nós devemos ser como crianças para entrar no reino do céu.
Criança não tem preocupação, não se deixa afligir por nada.
 
Só assim podemos ser obedientes a palavra que diz: "Não vos inquieteis com nada"(Filipenses 4,6)
 
Lembro uma vez fiquei de castigo sem poder brincar na rua. Eu não me recordo exatamente a situação mas lembro o que eu fiz sentado de castigo. Comecei brincar de lutinha com meus dedos. Cada mão era um guerreiro que tinha que lutar com o outro.
 
Vendo essas crianças entendi o que minha mãe falava comigo que eu deveria ser como criança em um relacionamento. Criança sabe transformar prova, desafio em brincadeira, espera que parece dolorosa em algo construtivo, alegre, proveitoso.
 
Sejemos crianças na mão de nosso Senhor Jesus Cristo.
Que o Espirito Santo nós dê essa graça, torne nossos corações puros para voar rumo ao céu.
 
Paz e bençãos.

13 de julho de 2010

Não podemos nos calar...

"Casamento" homossexual: leigos marcham contra lei na Argentina

Leonardo Meira
Da Redação, com informações de L'Osservatore Romano (tradução de CN Notícias)


Arquivo
Cardeal Bergoglio: ''Não é simplesmente uma luta política, mas é um atentado destrutivo contra o plano de Deus''
Cristãos leigos de toda a Argentina promovem uma marcha contra o projeto que prevê a legalização do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por casais homossexuais.

A caminhada vai se dirigir rumo ao Congresso Nacional nesta terça-feira, 13, às 18h30min (mesmo horário em Brasília). O Arcebispo de Buenos Aires e primaz da Argentina, Cardeal Jorge Mario Bergoglio, convidou párocos, reitores e capelães de todas as dioceses do país para favorecerem a participação dos fiéis na marcha.

A organização é do Departamento para os leigos (Deplai) e tem como tema: "Desejamos mamãe e papai para os nossos filhos".

O projeto de reforma do Código Civil será votado neste terça-feira no Senado, após ser aprovado pela Câmara de Deputados, em maio, com 126 votos a favor e 110 contra (além de 4 abstenções e 16 ausências). Caso aprovado, o projeto tornaria a Argentina o primeiro país na América Latina e o décimo no mundo a promulgar uma lei que permita o casamento homossexual em todo seu território.

Diversos sindicatos, organizações sociais, movimentos da Igreja e organismos leigos diocesanos participarão da marcha. Em uma carta enviada ao clero diocesano nos últimos dias, o Cardeal Bergoglio sugeriu que fosse lida nas celebrações eucarísticas do último domingo, 11, a declaração Sobre o bem inalterável do matrimônio e da família, da Conferência Episcopal Argentina, e que fossem recitadas intenções pela família.

Nessa declaração, o episcopado argentino sublinha que "o matrimônio, como relação estável entre homem e mulher, que na própria diversidade são complementares pela transmissão e cuidado da vida, é um bem tanto para o desenvolvimento das pessoas quanto da sociedade. Estamos diante não de um fato privado ou uma opção religiosa, mas de uma realidade que têm raízes na natureza mesma do homem, que é homem e mulher. Afirmar a heterossexualidade como requisito para o matrimônio não é discriminar, mas partir de um elemento objetivo que é seu pressuposto. O contrário seria desconhecer a sua essência, isto é, aquilo que realmente é".

Para a Conferência dos bispos, "o matrimônio não é uma instituição puramente humana, apesar das numerosas variações que pôde apresentar ao longo dos séculos nas várias culturas, estruturas sociais e abordagens espirituais. Essas diversidades não devem fazer esquecer os seus traços comuns e permanentes. O matrimônio baseia-se sobre a união complementar do homem e da mulher, os quais naturalmente se enriquecem com a contribuição dessa diversidade radical".

O Cardeal Bergoglio também enviou, há alguns dias, uma carta às irmãs carmelitas de quatro mosteiros de Buenos Aires, na qual escrevia:

"Se o projeto de lei que prevê às pessoas do mesmo sexo a possibilidade de se unirem civilmente e adotarem também crianças vier a ser aprovado, poderia ter efeitos seriamente danosos sobre a família. O povo argentino deverá afrontar nas próximas semanas uma situação que, caso tenha êxito, pode ferir seriamente a família. Está em jogo a identidade e a sobrevivência da família: pai, mãe e filhos. Não devemos ser ingênuos: essa não é simplesmente uma luta política, mas é um atentado destrutivo contra o plano de Deus".